Por: HAMYNTHAS MATHNATHA
Depois de algum tempo soprou sobre a Terra um novo vento. Ninguém jamais tentou tirar-lhe a força e nem mesmo quis saber de onde vinha. Mas seus adoradores perceberam, e viram nele jungidos a sabedoria e o triunfo.
Depois do momento de sua ascensão libertou as aves das montanhas, varreu as nuvens tempestuosas do céu, amansou as ondas dos mares, acariciou milhões de rostos sofridos, e fez corações bater com adicionais batidas ao ensinar aos jovens sobre sexo sublime.
O que mais maravilhou àquele que pode senti-lo foi ouvir as badaladas que fizera bater o sino do mundo, audível somente aos iniciados pelos caminhos do Cosmopolitismo, que fez perfilhar novas hastes e aumentar a cotação à busca da felicidade total.
Tomou para si o Deus do Vento a brisa que veste a noite de frescor e encanto, os dias de ar puro e o crepúsculo de romantismo. Acendeu também o fogo do amor para purificar as almas de dois jovens e iluminá-los, enquanto andavam pelos santos caminhos em busca do quinto elemento.
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
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07/12, 09:34 h
HAMYNTHAS MATHNATHA |
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