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Ana Paula Chassot

Bio: Nasci no Rio Grande do Sul em uma pequena cidade chamada Montenegro, mas meus pais já moravam na cidade do interior de Santa Catarina, Caçador, cidade natal de meu pai, portanto voltamos para lá, eu ainda recém nascida. Minha mãe, também nascida em Montenegro, fez questão que seus dois filhos nascessem em sua terra natal, já que sempre teve orgulho de sua origem gaúcha, algo que incentivou em nós desde muito cedo.

Os dois se conheceram na faculdade em Passo Fundo-RS, e se casaram logo depois de se formar, minha mãe se formou em Química e meu pai em Agronomia, logo que se casaram decidiram morar na cidade do meu pai, Caçador, e lá começaram nossa família.

Minha infância foi muito feliz, com muita liberdade, minha mãe sempre nos incentivou a brincar fora de casa e eu e meu irmão sempre fomos muito unidos, nossa família sempre foi muito unida e com valores fundamentais. Eu nunca tive muitos amigos, principalmente na infância, e minha vida social fora de casa nunca foi muito fácil, já que eu era muito tímida, fui educada em uma escola católica, porém muito formal e minha natureza simples despertou desprezo, isso fez com que minha vida escolar não fosse nada fácil.

Minha adolescência foi um pouco conturbada, primeiro pela minha dificuldade em me adaptar e principalmente em me conhecer, pois a adolescência é uma idade difícil para a maioria das pessoas, há uma necessidade de adaptação no meio social, começamos a nos perguntar sobre tudo e é a época em que precisamos tentar nos identificar.

Mudei de colégio e minha vida social se tornou um pouco mais fácil, embora eu ainda fosse muito tímida e não tivesse muitos amigos, as pessoas pararam de implicar comigo e foi nessa época que conheci minha melhor amiga, porém surgiu um novo problema, comecei a ter ataques periódicos de desespero e descobri que tinha síndrome do pânico como minha mãe e meu pai. Eu tinha medo até de sair de casa e precisei tomar remédios para ansiedade. A síndrome do pânico desperta o medo de ter o próprio ataque do pânico e eu comecei a evitar os lugares que me davam o ataque, o que era basicamente todo o lugar fora de casa ou longe da pessoa que mais me dava segurança, minha mãe.

Nessa época eu comecei a encontrar um modo de me expressar na escrita e na poesia, já que meu lado sentimental estava muito sensível, eu tentava jogar para fora a minha ansiedade na escrita, tentava me comunicar mais através dela, também achei a necessidade de aprender um instrumento e foi quando eu comecei o curso de violão.

Depois da escola eu comecei a faculdade de direito, mas logo tive que largar porque a minha ansiedade aumentou muito, foi o pior ano da minha síndrome. O ano passou e mudei de psiquiatra e de psicóloga, ele encontrou um remédio que funcionou para mim e minha vida se consertou, comecei novamente a faculdade, dessa vez de contabilidade, aliás já estou quase me formando.

Fui superando meus medos progressivamente e resolvi publicar minhas poesias em um site em que o autor se auto-publica gratuitamente, terminei o curso de violão e comecei o de piano, comecei a pesquisar sobre minha religião e progredi espiritualmente, atualmente escrevo muito e até posso publicar mais algum livro, dessa vez não de poesia, pois estou dedicando um tempo ao que mais gosto, a fantasia.

Sou uma nerd, basicamente em tudo, amo séries e filmes de ficção, principalmente Star Wars, amo jogar, principalmente RPG medieval e adoro ler, sobre todas as coisas, mas tenho um interesse especial em fantasia, física (aprendi muito sobre a física nuclear depois da série Chernobyl), história e psicologia.

Minha mãe e meu pai sempre nos incentivaram a estudar, mas a escola nunca me deu essa vontade, que só se revelou grande depois do ensino médio. Devo dizer que embora tenha sido difícil, a síndrome do pânico me ensinou muito, foi quando me interessei por psicologia e aprendi muito sobre hipnose, também me abri a mente para escrita e quando comecei a me conhecer melhor, também foi quando me aproximei verdadeiramente da minha família, superar isso foi mais gratificante do que qualquer outra coisa e me tornou uma pessoa mais forte.

Meditar é uma coisa fundamental na minha vida, aprendi a fazer isso principalmente enquanto escrevo, aliás aprendi muito escrevendo, principalmente a ter mais paciência, porém também várias outras palavras que não conhecia, a sim, é preciso ter paciência para escrever, pois você tem que pensar na pessoa que está lendo também, para que ela entenda, isso ajuda muito na comunicação, que nunca foi muito fácil para mim.

A música também é outro fator muito importante na minha vida, pois me ajudou muito e me deu muita inspiração, foi o violão, mais especificamente o dedilhado melancólico e delicado das cordas, que me inspiraram a fazer o meu primeiro poema “dedilhado”. Meu ouvido se tornou mais sensível para as notas e as músicas começaram a me inspirar mais, fiz algumas letras que não ficaram ruins e até consigo pegar músicas de ouvido.

Outra coisa de que gosto muito são dos animais, acho impressionante essa interação entre nós humanos e outras espécies, é fascinante a interação de um cachorro com o ser humano, como ele aprende a se comunicar com o dono e como a personalidade deles muda de individuo para individuo, até o pássaro com seu cérebro pequeno, tenta se comunicar conosco da melhor forma que pode e o cavalo, que animal magnífico, mais difícil de conquistar, mas extremamente inteligente.

Essa sou eu, um relato franco da minha vida e um pouco da forma que escrevo, talvez não seja uma biografia tradicional, mas uma forma mais pessoal que decidi me descrever.

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